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As festas associadas ao Natal, reinventadas ao longo dos tempos, consoante as épocas e os locais, perduram até aos nossos dias. O ritual tem sido apropriado e enriquecido com vários símbolos pelas várias culturas – desde os reis magos, na Pérsia, à árvore de Natal, a neve e o Pai Natal, no norte da Europa. A industrialização, no século XIX, e as mudanças sociais e económicas associadas trazem-nos o formato contemporâneo do Natal – às celebrações pagãs e religiosas, junta-se a festa da família e sedimenta-se o acto da troca de presentes. |
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As compras públicas sustentáveis constituem uma abordagem pelas organizações públicas com o objectivo de integrar não apenas considerações económicas (preço, qualidade, disponibilidade, funcionalidade, entre outras), mas também considerações ambientais e sociais, tendo em conta os efeitos no ambiente e na sociedade que o produto e/ou o serviço têm ao longo do seu ciclo de vida. |
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A época festiva do Natal é, cada vez mais, um momento do ano em que o consumo se transforma em consumismo, gastos, e despesas… Muitas despesas! A estas despesas juntam-se, frequentemente, outros efeitos: endividamento das pessoas, desperdício, maior produção de resíduos, e compras… Muitas compras! Não importa agora, neste contexto, reflectir sobre as causas que conduzem a todo este exagero, nesta altura do ano. Mas sim em formas alternativas para contornar esta situação. |
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A acompanhar o cariz histórico do Natal assiste-se, todos os anos, nesta época, a um crescimento do consumo que é prejudicial ao ambiente, o que nos obriga a alguma reflexão. Existem muitas medidas a adoptar para reduzir este impacto. As que se apresentam de seguida têm o objectivo de reduzir esse impacto ambiental, mas mantendo o conforto e satisfazendo as exigências da época. |
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Bom para o ambiente e para o orçamento das famílias |
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O grande princípio que orienta um consumo mais responsável será sempre aquele que implique consumir o menos possível. No entanto, e por muito que se promovam outros hábitos de consumo, no Natal a opção de comprar prima quase sempre sobre a opção de evitar a compra.
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