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EDIÇÃO Nº 06 |
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A Quercus defende a utilização de fraldas reutilizáveis em bebés em detrimento das fraldas descartáveis. - Fraldas descartáveis: um grave problema ambiental Os têxteis sanitários, onde estão incluídas as fraldas descartáveis são responsáveis por cerca de 5,17% dos resíduos sólidos urbanos produzidos em 2008, tendo subido em relação à produção de 2006: 3,9 % [1], o que significa uma produção anual nacional superior a 200 mil toneladas. Cada bebé usa por mês uma média de 250 fraldas descartáveis durante 2 a 3 anos. Ou seja, cerca de 6000 fraldas em 2 anos, segundo cálculos feitos por várias mães que contactamos para recolher informação. Compostas por uma camada exterior de polietileno, e uma camada interna de pasta de papel e poliacrilato de sódio, são utilizados 3 tipos de recursos principais, um deles não é renovável, para o seu fabrico: petróleo, árvores (pasta de papel) e água que acabam nos nossos aterros. Depois de fechadas sobre si com os adesivos, as fraldas descartáveis são depositadas nos contentores de resíduos indiferenciados sendo geralmente encaminhadas posteriormente para aterro. A degradabilidade do plástico envolvente é limitada permanecendo a fralda intacta por tempo indeterminado. -Fraldas reutilizáveis: amigas do ambiente, baratas e saudáveis Vantagens ambientais: Vantagens económicas Vantagens na saúde do bebé
Conceição Lopes, Quercus Mais informações aqui [1] Fonte: Relatório final da comparação de RSU da LIPOR – 2008
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